Hoje temos: Clássico e Rock e o início de um entendimento

A vida de Tolkien [Parte CXXXVI]:

Simbora voltar pra Terra Média, galera?

Ainda temos muito para saber sobre a relação entre os Haradrim, os Numenorianos e Sauron. Entenderemos melhor o motivo da vilania dos Haradrim. Saberemos a real relação que une esses povos ao Senhor do Escuro.

Capítulo passado, nós soubemos que os Numenorianos oprimiam os Haradrim. Por isso reagiram com força. Queriam sua liberdade de volta. Viram Sauron como o salvador. Ofereceram-lhe toda sua força e conhecimento. Não sabiam que ele também era aliado de Númenor. Era um agente duplo, logo não estava do lado de ninguém. Agia por si só.

Por conta do poder do Um, alguns Numenorianos e Haradrim ficaram cegos pela ganância. Transformaram-se em Cavaleiros Negros.

Acima temos Boca de Sauron, uma pequena dica do tema do próximo capítulo.

Com a dica dada pela foto acima, me despeço de vocês. Vou estudar mmais sobre o ser acima.  Até daqui a quinze dias, galera.

Hoje temos: Clássico e Rock, um vilão e uma opressão.

A vida de Tolkien [Parte CXXXV]:

Prontos?

Espero que sim. Estou ansiosa para voltarmos à Terra Média. Estou intrigada com os Haradrim. Quero conhecê-los melhor. Saberemos o real motivo de sua vilania. Mas já sabemos que Harad era perto de Mordor. Certamente, seu povo foi influenciado pela magia maléfica do lugar. Já tinham gosto pelas artes bélicas o que fazia deles vilões em potencial. Inicialmente, eram primitivos. Não eram muito perigosos. Após o contato deles com os numenorianos tudo muda de figura. Seu conhecimento era maior. Reagiram com força à escravidão. Passaram a ver Sauron como a salvação. Ele lhes oferecia a liberdade. Então, ficaram a seu lado.

Haradrim em batalha

No entanto, os Haradrim não foram os únicos a ficarem ao lado do Senhor do Escuro. Alguns numenorianos também o fizeram. Com isso, se tornaram Cavaleiros Negros. Porém abordaremos melhor isso no próximo capítulo. Até daqui a quinze dias, galera.

Hoje temos: Clássico e Rock e uma polêmica na obra do Professor

A vida de Tolkien [Parte CXXXIII]:

Olá galera, simbora para Terra-Média? Temos um assunto espinhoso para tratar lá. Conheceremos melhor os Haradrim.

Já sabemos que eles também têm sangue numenoriano nas veias. Ao contrário do povo de Númenor, eles são vilões. Estão do lado de Sauron. No entanto não é uma vilania gratuita. Há um motivo para serem assim. Vocês sabem qual é?

Como é mostrado na série Anéis do Poder, os númenorianos saíram de sua terra natal para ajudar os homens da Terra-Média. No entanto, a intenção deles não era só ajudar militarmente. Por isso traziam consigo alguns presentes para distribuir entre os locais. Desse jeito, faziam amizade com eles. Um outro modo dos numenorianos fazerem amizade era passando adiante seus conhecimentos. Mas a proximidade de Mordor começou a pesar para eles. O mal começou a dominar seus corações. Com o tempo, a amizade dos locais passou a ser insuficiente. Queriam mais. Então, passaram a agir como colonizadores. Era o melhor para Númenor. Ficava cada vez mais poderosa.

 Esse motivo me leva a crer que a obra do Professor retrata apenas o racismo estrutural dos povos europeus. Mostra brancos dominando negros. Dessa forma, não podemos chamar Tolkien de racista. Voltaremos a esse assunto no próximo episódio. Ele merece mais esclarecimentos. Até lá, galera.

Hoje temos: Clássico e Rock, um pedido de desculpas e um novo conhecimento.

A vida de Tolkien [ Parte CXXXII]:

Simbora para Terra-Média, galera?

Antes da nossa partida, quero pedir desculpas a vocês. Atrasei o episódio passado. Era para ter saído dia 9 de setembro. Minha vida está muito corrida. Além do blog, quero deixar minha marca na literatura fantástica. Durante a semana, faço dois cursos de escrita criativa. Fiquei atrapalhada. Me esqueci do dia da postagem.

Pedido feito, seguiremos em frente. Minha consciência já está tranquila. Antes de irmos à Harad, lhes trago imagens de seus habitantes. Veremos quem eles são.

Acima temos uma imagem de um habitante de Harad.

Como podem ver, os Haradrim têm a pele escura. No entanto nas veias de seus habitantes corre o sangue de Númenor. Os grandes senhores antigos passaram por lá.

Saberemos mais sobre isso no próximo episódio. Vou estudar mais sobre o tema. Até daqui a quinze dias, galera.

Hoje temos: Clássico e Rock e um novo desafio na Terra-Média.

A vida de Tolkien [Parte CXXXI]:

Olá galera, estou de volta para mais uma etapa de nossa jornada pela Terra-Média. Desta vez, passaremos rente à Mordor. Não se peocupem. Não entraremos naquele reino maldito. Vamos a outro lugar. Mas não se animem muito. É igualmente maléfico. Vamos à Harad, uma terra ao sul de Gondor e Mordor. Iremos ter com os seus habitantes, os haradrim. Falaremos um pouco deles.

Nosso próximo tema será um assunto delicado. Trataremos de uma das polêmicas da obra do Professor. Todo cuidado é pouco. Com as opiniões divergentes, os ânimos podem se exaltar. Precisamos ter muito tato.

Ainda temos algum tempo antes de nossa partida, por isso colocarei aqui o mapa do nosso destino.

Estão vendo aquele pedacinho de terra de onde sai uma seta?

Vamos para lá. Veremos a polêmica que envolve seus habitantes. A partir dela, discutiremos a série da Anéis do Poder da Amazon.

Antes de deixá-los, falarei do motivo pelo qual escolhi o tema. Não vejo com maus olhos as atualizações feitas pela produtora na obra do Professor. Isso torna a obra Tolkiendili mais atual.

Galera, vou estudar mais sobre os Haradrim. Deixo vocês agora. Até daqui a quinze dias.

Hoje temos: Clássico e Rock e uma resposta

A vida de Tolkien [Parte CXXX]:

Olá galera, estou de volta. Desta vez, voltaremos toda nossa atenção para Gimli. Acharemos o motivo de sua relutância em visitar uma floresta, mesmo após Legolas ter ido a uma caverna. Nosso objetivo com os anões será concluído.

Desde que vimos a cena de Gimli relutante em ir à Fangorn, já se passou muito tempo. Antes de seguirmos em frente, revisitaremos todo o caminho dos personagens até a tal cena.

Abaixo temos a cena da promessa feita por Legolas.

— Estas são as árvores mais estranhas que já vi — disse ele —, e eu já vi inúmeros carvalhos crescerem desde plantinhas até a idade em que apodrecem. Gostaria que houvesse tempo agora para caminharmos no meio delas: ouço suas vozes, e com o tempo poderia entender seus pensamentos. — Não, não! — disse Gimli. — Vamos deixá-las! Já adivinho o que pensam: odeiam todos os que andam sobre duas pernas, e falam em sufocar e esmagar. — Não todos os que andam sobre duas pernas — disse Legolas. — Nesse ponto, acho que está errado. São os orcs que elas odeiam. Pois elas não pertencem a este lugar e sabem pouco sobre homens e elfos. Distantes ficam os vales onde brotaram. Os vales profundos de Fangorn, Gimli; é de lá que elas vêm, julgo eu. — Então é a floresta mais perigosa da Terra-média — disse Gimli. Devo ficar agradecido pela parte que desempenharam, mas não as amo. Você pode considerá-las maravilhosas, mas já vi maravilha maior nesta terra, mais bela que qualquer bosque ou clareira que já surgiu: meu coração ainda está repleto dela. — Estranhas são as maneiras dos homens, Legolas! Aqui eles têm umas das maravilhas do Mundo do Norte, e o que falam dela? Cavernas, dize m eles! Cavernas para se refugiarem em tempo de guerra, para armazenar forragem. Meu bom Legolas, você sabia que as cavernas do Abismo de Helm são vastas e belas? Haveria uma interminável peregrinação de anões, apenas para apreciá-las, se fossem conhecidas. Na verdade, pagariam com ouro puro por uma olhadela! — E eu daria ouro para não ter de visitá-las! — disse Legolas -, e pagaria o dobro para sair, se me perdesse lá dentro!

 — Você me comove, Gimli — disse Legolas. — Nunca o vi falando dessa

maneira antes. Quase faz com que eu sinta pesar por não ter visto aquelas cavernas. Vamos!

Vamos combinar o seguinte — se nós dois retornarmos a salvo dos perigos que nos aguardam,

vamos viajar juntos por um tempo. Você vai visitar Fangorn comigo, e então eu vou com você ver o Abismo de Helm.

A seguir temos o pagamento da tal promessa.

Quando os convidados estavam prontos, beberam a taça de partida, e com muitos gestos de elogio e gestos de amizade partiram, chegando finalmente ao Abismo de Helm, onde descansaram por dois dias. Então Legolas pagou a promessa que fizera a Gimli, e ambos foram até as Cavernas Cintilantes; quando voltaram o elfo ficou em silêncio, dizendo apenas que Gimli era o único que podia encontrar palavras adequadas para descrevê-las.

Abaixo temos um Gimli relutante em ir a Fangorn.

— Venha, Gimli – disse Legolas. — Agora, com a permissão de Fangorn,

visitarei os recônditos da Floresta Ent e verei árvores que não existem em

nenhum outro lugar da Terra-média. Você virá comigo, mantendo a sua palavra;

e assim viajaremos juntos para nossas próprias terras, na Floresta das Trevas e

mais além. — Com isso Gimli concordou, embora sem muita satisfação, ao que

pareceu.

Já relembramos a longa caminhada dos personagens, por isso estamos prontos para seguir a diante. Já somos capazes de formular uma ideia legal sobre esse tema.

Após todo nosso aprendizado sobre os anões, afirmamos com certa categoria que a relutância de Gimli em ir à Fangorn tem a ver com sua personalidade turrona. Ao longo da história da Terra Média, anões e elfos foram amigos. Logo não era algo impossível de acontecer. Com sua graça e poder, Galadriel rompeu a teimosia de Gimli de uma vez por todas. Legolas, o melhor amigo do anão, não foi capaz de ultrapassar essa barreira completamente, por quê?

Pensei em inúmeras possibilidades para responder a pergunta acima, porém achei todas inadequadas. Por isso tenho quase certeza que o motivo é somente a teimosia de Gimli mesmo. Mas estou aberta a opiniões. Não sou especialista. Não tenho uma opinião fechada sobre o assunto.

Com esta imensa pulga atrás da orelha, deixo vocês. Estudarei nosso próximo tema. Até daqui a quinze dias, galera.

Hoje temos: Clássico e Rock e um desfecho

A vida de Tolkien [Parte CXXIX]:

Simbora, galera?

Nosso caminho ainda é longo. Porém ainda temos algum tempo antes de partir. Então, farei como antigamente. Colocarei uma música. Além dela nos servir como inspiração, nos indicará também o tema do episódio de hoje. Facilitando ainda mais a nossa vida, colocarei uma imagem.

Apesar da música e da imagem acima fazerem referência ao Hobbit, nós falaremos de Durin VI, um ascendente bem distante de Thorin. Se colocasse a imagem dele aqui, vocês não saberiam o rumo do futuro da história. Não significaria muita coisa.

Não gosto de furar com vocês, então deixo aqui uma imagem de Durin I ou Durin, o Imortal. Dos seis, foi o único que encontrei a imagem. Como sabem, não há problema algum. O ponto de ligação entre eles é a aparência. Logo todos vão ser iguais a ele.





Quando o Balrog acordou, destruiu tudo a sua volta o que causou a morte de vários anões, incluindo Durin VI e Náin I, seu filho. Com isso a liderança dos anões passou para Thráin.

Sob a liderança de Thráin, procuraram outra morada. Com isso foram para As Montanhas Sombrias. O resto da história vocês já sabem.

Galera, estudarei mais sobre os anões. Quero estar afiada no episódio que vem. Fecharemos esse tema. Então até daqui a quinze dias, amores.

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Hoje temos: Clássico e Rock, Durin e uma tragédia.

A vida de Tolkien [Parte CXXVII]:

Prontos?

Espero que sim. Partiremos em cinco minutos. Antes de atingirmos nosso objetivo, temos um longo caminho. Precisamos ir logo.

Capítulo passado, vimos o que era mais importante para determinar o efeito de um Anel de Poder sob uma raça. Agora sabemos o porquê dos anões não se tornarem Nazgûls. Por isso seguiremos em frente. Saberemos mais da vida dos outros Durin. Assim alcançaremos nosso objetivo logo.

Não sei se estão lembrados, mas paramos no reinado de Durin III. No entanto a única coisa importante feita por ele foi receber um Anel do Poder das mãos de Celebrimbor. Passaremos, então, ao reinado de Durin IV. Mas não fiquem animados, pois esse reinado não foi nada bom para os anões. Graças a sua ganância, eles despertaram um Balrog, uma criatura dos primórdios da Terra-Média escondida nas minas. Cavaram bem fundo em busca do mithril. Por isso Moria foi destruída e o Balrog passou a ser conhecido como a Ruína de Durin.

Galera, estudarei mais um pouco. Pararei por aqui. Até daqui a quinze dias.

Hoje temos: Clássico e Rock e os Sete.

A vida de Tolkien [Parte CXXVI]:

Prontos para partir?

Espero que sim. Pois eu estou. Dividirei meus conhecimentos sobre os Sete.

No capítulo passado, vimos que o efeito dos Anéis do Poder em cada raça não dependia somente da magia do objeto, mas também das características de cada uma. Quanto mais fraca a raça, maior era o domínio do Anel. Por isso a mais fraca das raças Tolkiendili, os homens, transformou-se em Nazgûl, perdendo totalmente sua autonomia. Virou escrava do Anel.

Como a resistência dos anões era maior, foram pouco afetados pelos Sete. Ficaram apenas mais gananciosos. O apreço por objetos valiosos era o ponto fraco deles. Ao contrário dos homens, eles não ficaram apegados apenas a um tipo de objeto. Queriam todos em grande quantidade. Então, ficaram muito ricos.

Eu sei que a maioria de vocês é fã de Tolkien. Repararam que, mesmo de longe, o Anel escraviza aqueles sob seu comando. Por isso os Nazgûl o caçam como se sua vida dependesse disso.

Desta vez, não lhes trouxe coisa nova, por isso peço desculpas e me despeço. Estudarei mais. Até daqui a quinze dias, galera.